Sempre há um recomeço. E por que não dizer um reencontro.
Numa das minhas análises, cheguei a dizer para terapeuta que escrever era uma das minhas válvulas de escape. Ali conseguia expressar muita coisa represada aqui, mesmo se alguém fosse ler ou não.
Foi então que pensei: onde farei meu repositório de ideias? Os meios digitais são os caminhos mais acessíveis. Que fim levou os blogs?
Até que futucando meus arquivos me deparei neste, que havia criado ainda quando era foca [termo usado para estudante de jornalismo] sofredora da graduação em comunicação.
Comecei a reativar a rede. Para minha surpresa relembrei de coisas, de gente e tudo que deixei de por e reiniciar essa minha terapia.
Esse post é um reinício, então fica que eu tenho certeza que muito que será dito aqui você irá se identificar. As fotos você vê lá naquela outra rede social.