Daqui pra frente, todos vão lembrar o dia 25 de junho de 2009 como a data da morte de Michael Jackson. A data sagra-se como histórica para a Comunicação Social ao reafirmar o poder da indústria cultural. Nem mesmo na morte, solitário momento reservado ao luto, parece ser poupada pela indústria cultural, que lança, sem hesitar, seus holofotes sobre a dor e à tristeza. A curiosidade sobre os últimos instantes de vida de Michael Jackson desencadeia uma avalanche de notícias que culmina com a saturação sobre as referências que calcaram o vertiginoso sucesso do mito pop. Embora Thriller tenha sido lançado em 1982, o clip no qual o cantor dança em meio a zumbis atingiu, novamente, neste final de semana, "o topo das paradas", marca alcançada pelo turbilhão de referências feitas ao vídeo que bombardearam matérias biográficas. Nem o dia do seu funeral foi perdoado. A trasmissão ao vivo do show-funeral bateu record na internet. O número de visitantes ultrapassou a marca de 109 milhões de acessos, perdendo somente para a cerimônia de posse de Obama. A quem diga que a transmissão pela internet, serviu para aproximar ainda mais os fãs do cantor (será?). Para fechar o pensamento sobre a Indútria Cultural, foi disponível o famoso pay-per-view para quem desejava acompanhar sem cortes a cerimônia. Nem vou me espantar se virar um DVD em breve! Fala verdade, somos vítimas da indústria cultural sem saber.
Com colaboração do Observatório da Imprensa
Com colaboração do Observatório da Imprensa
Acredito que a industria cultural desrepeita a privacidade das pessoas, lucra em cima da vida alheia, porem tb pode ser encarada como um veiculo prestativo e proveitoso para a população, já q tem a informaçao como peculiaridade, podendo ser util dependo da situação.
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